Urbanismo
Passagem do Sé. XIX para o XX acompanhada de:
Grandes transformações no final Séc. XIX
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Crescimento populacional
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Transportes
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Ligação à envolvente
Não há um plano geral para a cidade do porto mas há um
conjunto de planos/desenhos para a cidade
Crescimento sem e com planeamento (público e privado –
desenhos de terrenos que indica planeamento “intensão”
Definição de mancha urbana radial
Ocidente
Foz Velha:
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Área de fixação muito antiga
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Autónoma (pertença do Mosteiro de Santo Tirso)
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Algumas vezes foi município
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Plano geomórfico
Nos
finais do Séc. XIX verifica-se um grande crescimento e consequentemente uma
expansão para a Foz Nova, essencialmente
decorrente do aumento da mobilidade.
Foz Nova
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Ligada aos ingleses
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Litoral
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Proximidade ao mar é valorizada
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Plano ortogonal
Monumentalização do centro
Engrandecimento das áreas centrais
Propostas para a Av. dos Aliados:
Carlos Pezarat
Barry Parker (ganha)
O urbanismo vai ser cumprido mas a Aqtª não
Nos finais do Séc. XIX a Praça da Liberdade é o centro do
Porto
Aqtª e Urbanismo a fazer o centro:
Elísio de Melo:
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Av. dos Aliados
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Rua Sá da Bandeira
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Mercado do Bolhão
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Quarteirão das Carmelitas (prédios com dimensão
de quarteirões)
Em 1932 Ezequiel de campos propõe um conjunto de
intervenções
Em 1937 Giovanni Muzio propõe abrir uma rua entre a CMP e a
Sé (devido à guerra e consequentes dificuldades económicas os desenhos não se
concretizam)
Em 1942 Marcelo Piacentinni
No final dos anos 60 temos a conclusão do centro com:
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Final de Sá da Bandeira
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Rua de Ceuta
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Praça Filipa de Lencastre
Vigora até aos anos 60 a ideia de que a cidade antiga é
inadequada à qualidade de vida das pessoas
Nos anos 60 a área central esgota a sua capacidade física,
hoje para se inovar tem de se destruir
CRUARB – surge na sequência de um movimento que defende a
reabilitação e requalificação dos edifícios
Ligado ao Estado desde 74 a 83 e de 83 a 2003 sob a alçada
do município
FDZH 1996 (reabilitação social) que visa a:
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Criação de emprego
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Cresces
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Lavandaria comunitária
1996 - Intervenção no Morro da Sé
Num território especifico convergem investimentos em várias
dimensões: arquitetura, família, saneamento ... (intervenção social e
económica)
Intervenção integrada
2004 - extinsão do CRUARB
Em 2004 nasce a SRU – 60% Estado e 40% Município
Tem como meios/oportunidades o PRU e o BEI
Planeamento para a cidade
1932 – Ezequiel de Campos
Planeamento – mapa com ruas, estradas e regulamento
1937 – Giovanni Muzio
Planeamento centrado nas vias (vias de ligação radial)
1952 – Antão de Almeida Garrett
A cidade hierarquizada, o automóvel e os equipamentos
Zonamento (adoção dos princípios da carta de Atenas)
Zona Industrial – Campanhã, Ramalde
Via Norte
Unidades de vizinhança (escola, correios em núcleos da
cidade)
1962 – Robert Auzelle
Plano Diretor Municipal do Porto
Centrado nas ideias do urbanismo da Carta de Atenas:
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Zonamento
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Equipamentos
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Cemitérios
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Parques de estacionamento
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Grandes edifícios (Gonçalo Cristovão)
Dois centros secundários Foco (primeiro centro comercial) e
Antas (equipamentos de lazer)
Na baixa só podia haver residência a 25%
Aprovado o mapa mas não o regulamento
1989 – Duarte Castel-Branco
equipa multidisciplinar
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Fechar a VCI (peça fundamental)
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Sistema de fecho a nível regional
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ideia de anel inteiro que nunca foi feito
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unidades de ordenamento (área + ou – aproximadas
em dimensão e população)
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áreas de proteção (para haver obras só com aprovação)
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COS – coeficiente de ocupação do solo
A democratizaçãoo dos PDM’s, PU’s e PP’s
PDM 2004 – Manuel Sá, Lameira e Babo
Residência e questões Sócio-Económicas
Residência
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Não sendo exclusivamente residentes nas cidades
este é um ponto a ter em conta
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O porto há muito tempo que é um lugar de
residência
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As pessoas fixam-se construindo casas
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As primeiras casas terão surgido no alto do
morro da Sé
As pessoas fixam-se de qualquer forma? Não
Dentro da muralha:
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Hierarquia superior
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Economico
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Social
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Definido
Fora da muralha:
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Hierarquia inferior
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Não definido
1ª fase – primeira muralha – castreja/romana
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dentro/fora da muralha
2ª fase – segunda muralha
- Afonsina
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Espaço de residência fora da muralha, antes de
esta ter sido construída, tinha um sentido depreciativo
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Diferenças religiosas ( Judiaria – No caso do
Porto a mesma situava-se dentro da muralha mas ao mesmo tempo longe, Morro da
Vitória)
Sócio profissional – Pré industrial
Os ofícios organizavam-se por ruas:
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Caldeireiros
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Ourives
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Sapateiros
Ruas especializadas onde era mais fácil:
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Cobrar impostos
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Comprar
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Passagem do saber
Existia uma diferenciação ligada às atividades económicas e
não a nível sócio-economico
Continuidade entre: Residir – fazer – vender
Agrupamentos baseados nas profissões
Separação residencial era feita entre a localização da
nobreza ou clero (espaços autónomos, separados)
Segregação vertical: loja – 1º andar dono – por último os
aprendizes
A revolução industrial é um marco na medida em como as
coisas passam a ser:
Antes:
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Nobres
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clero
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o resto das pessoas
Depois:
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forte crescimento urbano;
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crescimento em mancha de óleo (vai aglomerando
os povoados circundantes);
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afirmação das fábricas (ocupam espaços mais
envolventes)
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Construção de quase pequenas cidades operárias
(ex. Bairro Herculano ou Efanor)
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Novas formas de ocupação social
O enorme crescimento da população do porto no Séc. XIX leva
às “Colmeias” e “Ilhas”
Colmeias:
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Forma de alojamento
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Ocupação de velhos edifícios da cidade
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Sobre ocupação dos edifícios (ocupação como
abelhas em cortiços)
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Finais do Séc. XIX até anos 70 do Sé. XX
Ilhas:
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Solução de construção de pequena dimensão
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Fila perpendicular à rua
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Quintais da pequena burguesia
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Baratas
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Fácil acesso à industria (situadas na cidade)
A população do Porto quase que duplica entre 1864 e 1900
Maior densidade nas
freguesias mais antigas
Ilhas - Problema
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1899 – Peste bubónica no Porto
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focos coincidem com as ilhas (espaços
insalubres)
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lugar propicio à disseminação de doenças
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Governo central decreta cordão sanitário para isolar o foco
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Correntes e higiénismo (haussman)
Erradicar as ilhas foi uma opção política, iniciativas
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Bairros Operários (1ª República)
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Bairros do Comércio do Porto (filantrópica, cada
um dava o que podia, 4 núcleos de baixo custo)
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Bairros económicos ( Estado, moradias geminadas,
renda resolúvel, maior ocupação classe média baixa)
Contudo o problema da habitação prolonga-se
Carta de Atenas -
“Máquinas de habitação” (Corbousier)
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Muitas casas
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Baratas
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Concentração
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Espaço lazer comum
Cooperativas a partir de 1974 – movimento cooperativo de
habitação que substitui o Estado anos 70/80
A partir dos anos 80/90 promoção da aquisição de casa
própria apoiada pelo Estado e levada a cabo pelos bancos
Problemas:
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Construção clandestina
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Colmeias (o Estado não intervém)
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Ilhas (o Estado intervém)
PER – habitação social para alojar pessoas de casas
clandestinas (maior incidência no Porto e Lisboa)
Fundo de Fomento da Habitação – bairros de habitação pós 25
de Abril
O acesso à habitação própria promoveu o crescimento das
periferias levando a processos de suburbanização
No processo de diversificação de soluções residências também
se altera o mosaico social:
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Colmeias – perde
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Ilhas – perde
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Mercado de aluguer pequeno/deficiente
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Mercado de habitação própria muito significativo
As dinâmicas atuais apontam para uma auto-segregação:
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Os muito ricos cada vem mais em “pequenos
pedaços” da cidade
Mosaico social, áreas de:
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Gente rica / Pobre
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Velhos / Novos
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Origem / Cultura / Poder de compra
Agricultura e
Pescas
Do ponto de vista económico a agricultura na cidade do Porto
não tem grande expressividade, os campos herdados
A agricultura é encarada como:
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atividade de lazer (anti stress)
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complemento
(ponto de vista económico)
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pedagógica (ensino, educacional)
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intensiva (de mercado nas proximidades do Porto)
Pesca com grande importância quer no mar quer no rio:
Póvoas piscatórias (Foz, Póvoa, Afurada)
Rio (Valbom, Foz do Sousa, ao longo do Douro)
Matosinhos: ( a pesca
é muito importante)
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Industria
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Restaurantes
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Emprego
Industria
Antes da Rev. Industrial:
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Fabrico para vender ao consumidor final (ex.
Cordas, tabaco)
Pós Rev. Industrial:
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Grande aumento do número de fábricas e da sua
dimensão
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Aparecimento de zonas industriais à volta da
cidade
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Especialização fabril
(ex.
Campanhã-cereais, matosinhos-conservas, bonfim-texteis)
Nos princípios do Séc. XX Porto é considerada uma cidade
industrial
Em 1943 a industria confunde-se com a cidade
No Séc. XX a cidade do Porto perde fábricas
Deslocalização para as novas periferias
Porto considerada uma cidade terciária
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Novas soluções industrias nas periferias e com
excelentes acessos
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Industrias criativas incorporam muito saber e
tornam-se cada vez mais serviços
Comércio
Revolução paralela à revolução industrial
Preocupação com higienização
Quase extinsão das feiras que são levadas para as periferias
( feiras muito importantes até finais do
Séc. XIX)
Construção de mercados: Bolhão, Anjo, Ferreira Borges, Marquês,
Mercado do Peixe.
Os mercados ganham importância na cidade e numa altura em
que o comércio é uma das atividades mais importantes
Os mercados a par do comércio fixo vai ajudar a definir
centralidades
Praça central – Praça da Liberdade, lugar de centro social
Eixo comercial: Clérigos – Praça Liberdade – 31 de Janeiro
Muita da modernidade do Séc. XIX é trazida pelo comércio
(novas lojas, preços fixos, horários)
1882 – comércio centrado entre a baixa e centro histórico,
na baixa domina o comércios de artigos pessoais
1910 – Aumento da área central, alargamento do número de
estabelecimentos comerciais
1938 - Aumento da área central, aumento de serviços ao
consumidor, comércio democratiza-se pela cidade, presença em áreas mais
povoadas
1972 – perda da baixa para as periferias, comércio alimentar
mas também de bens pessoais
1991 – crescimento muito significativo de estabelecimentos
na baixa e a Boavista surge já em destaque (nova centralidade)
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Novas acessibilidades (Via Norte, Arrábida)
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Exaustão da baixa (solos caros, difícil acesso)
Séc. XX novas centralidades – shopping
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Grandes lugares de comércio
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concentração de lojas
Afirmação da periferia – suburbanização
Porto = metrópole
policêntrica
Muitos centros, muitas periferias, para pessoas diferentes
para coisas diferentes a horas diferentes
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